7 previsões de tendências inovadoras em ensino-aprendizagem para 2018

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Débora Thomé
Escrito por Débora Thomé

A escola é chata. Carteiras enfileiradas, lousa, giz, silêncio e lição de casa. Não à toa, de cada quatro alunos que iniciam a educação fundamental no Brasil, um abandona a escola antes do último ano. O que a escola precisa mudar? Adotar tecnologia, apenas, não basta.

Por outro lado, as mais incríveis inovações tecnológicas que recentemente mudaram o mundo foram desenvolvidas por estudantes. Redes sociais, serviços de música, apps para música, jogos, gadgets e robótica — a lista de recursos é longa. A questão é complexa.

. Medo de inovar: por que professores do século 21 ainda passam por isso?
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Sabemos que falar sobre inovação em educação no Brasil não é tarefa fácil. São mais de 51,5 milhões de alunos matriculados na educação básica. Desses, 85,3%2 em escolas públicas que falham, muitas vezes, com as condições básicas imprescindíveis ao aprendizado, como saneamento básico. O Brasil, com 24,3%, é a terceira maior taxa de evasão entre os 100 países com maior IDH.

A informação não traz um bom cenário, mas prova de que os modelos vigentes de educação no país já deixaram de fazer sentido para o aluno e precisam de mudança. O quanto antes. Ou você ainda faz parte da turma que realmente acha uma lista com vinte exercícios mais eficiente do que inovações tecnológicas aliadas ao modelo pedagógico?

Quais previsões para 2018 se adaptam à educação brasileira?

Entra ano, sai ano, a Getting Smart posta matéria onde olha para trás e verifica se suas previsões para o setor educacional se tornaram realidade. Confira algumas previsões para 2018 do portal que avaliamos como pertinentes também para a educação brasileira.

Débora Thomé

Débora Thomé

Editora-chefe
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