Cultura Spot integra ensino de inglês a atividades ‘mão na massa’

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Letícia Santos
Escrito por Letícia Santos

Antenada às transformações que acontecem no mundo, a Cultura Inglesa lançou recentemente um novo modelo de escolas alinhado às atuais propostas educacionais. A Cultura Spot tem como objetivo integrar os conhecimentos da língua inglesa com o desenvolvimento de habilidades socioemocionais como criatividade, comunicação, pensamento crítico e colaboração.

“Não existe mais entrar em uma sala de aula onde o professor se posiciona como aquele que é detentor do saber e que vai passar o conhecimento. Precisamos de uma abordagem onde aquilo que apresentamos seja relevante, de fato, para o aluno”, destacou Maria Eugênia Sanson, diretora Acadêmica da Cultura Inglesa.

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Dentro desse novo modelo, foram pensadas cinco salas especiais onde professores e alunos podem realizar diversas atividades interativas. “Estamos usando a língua inglesa como uma ferramenta de comunicação enquanto o aluno aprofunda seus saberes.”

Conheça as novas salas da Cultura Spot

  • Google for Education Spot

No espaço, estruturado em uma parceria com a Google For Education, os estudantes podem interagir com pessoas de diferentes partes do mundo e navegar por diferentes ambientes com uso de realidade virtual.

  • Maker Spot

Nesse ambiente os alunos podem explorar sua criatividade e “colocar a mão na massa” para resolver problemas enquanto aprendem inglês.

  • Speakers’ Spot

O espaço é semelhante a um anfiteatro. O objetivo é desenvolver a oratória e ajudar os alunos a ganhar confiança para fazer uma apresentação em público, em inglês.

  • Cooking Spot

O ambiente estimula que os alunos trabalhem em conjunto para realizar experiências gatronômicas. As aulas trabalham, principalmente, as habilidades de comunicação, colaboração e organização.

  • Kids’ Spot

Esse espaço foi pensado inteiramente para o público infantil. Tem como objetivo estimular a criatividade das crianças por meio de atividades lúdicas.

O novo modelo já foi implementado em cinco unidades: Botafogo, Leblon e Novo Leblon, no Rio de Janeiro, e em Brasília, nas Asas Norte e Sul. O objetivo é expandir esse conceito para as demais praças onde a Cultura Inglesa está situada.

Instituição preparou professores para a usar os espaços

A diretora acadêmica explicou que durante o processo de estruturação da Cultura Spot, diversos fatores foram considerados. Primeiro, foi analisado como se torna mais fácil reter conhecimentos com a prática. Por isso a necessidade de oferecer ambientes que estimulam a experimentação.

Além disso, Maria Eugênia destacou que é importante avaliar a relevância do conteúdo para o aluno.

Outra preocupação foi com os professores da instituição, que passaram por um processo de preparação para atuar nesses novos espaços de forma eficaz. “Nós colocamos esse professor cada vez mais na figura de aprendiz, porque na verdade essa é a grande virada da educação”, disse Giselle Santos, coordenadora de inovação da Cultura Inglesa.

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Atividades na sala maker da Cultura Spot (Foto: Divulgação)

Valéria França, gerente de treinamento da instituição, explicou que colocar o professor na posição de aluno possibilita uma melhor compreensão da experiência desses estudantes, e quais questionamentos podem levantar aquela situação.

“O professor precisa passar pela experiência de aprendizagem nos espaços do Cultura Spot. Ao acontecer isso, o professor se coloca no lugar do aluno e acontece um processo de empatia. Isso vai permitir que ele trabalhe melhor”, enfatizou.

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O professor Alexandre Siqueira destacou que nesse novo modelo de escolas há maior possibilidade de entrega de uma aula mais personalizada às necessidades da turma.

“Essa experiência é muito desafiadora e enriquecedora ao mesmo tempo. Nós temos a oportunidade de aprender junto com os alunos a usar recursos e ferramentas, porque é tudo novo para nós também. Nos preparamos e temos atividades sugeridas, mas geralmente isso depende da turma e de alguns outros fatores.”

Letícia Santos

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