Descomplica recebe US$20 milhões de fundo americano

Letícia Santos
Escrito por Letícia Santos

O Descomplica, uma das maiores startups de educação do país, recebeu recentemente um aporte de US$20 milhões em sua quarta rodada de investimentos. A edtech foi criada em 2011 pelo professor de Física Marco Fisbhen, e se consolidou no mercado com a oferta de cursos preparatórios para provas de vestibulares e o Enem.

O fundo de investimentos americano Invus Opportunities liderou a rodada. No total, o Descomplica já arrecadou mais de US$30 milhões em investimentos. O atual valor foi o maior arrecadado por uma edtech brasileira.

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Atualmente, o Descomplica recebe, em média, quatro milhões de usuários únicos por mês, e oferece serviços em seis categorias:

  1. Reforço escolar (ensino médio e enceja)
  2. Preparação para o Enem e outros vestibulares
  3. Reforço universitário
  4. Preparação para a prova da OAB
  5. Preparação para concursos
  6. Cursos de pós graduação

Valor do investimento será usado para novas aquisições

O head de Educação do Descomplica, Rafael Cunha, explicou que  um dos objetivos para o valor recebido é ampliar ainda mais o campo de atuação da plataforma pelas outras categorias.

Além disso, os esforços estarão voltados para investimentos no desenvolvimento da plataforma e em recrutamento e seleção de novos profissionais. “O objetivo é garantir que tenhamos em nosso time as pessoas necessárias e fundamentais para fazer a empresa crescer nesse novo ciclo que está iniciando agora.”

Rafael adiantou que serão feitas quatro novas aquisições de empresas voltadas para o setor de tecnologia e educação, em 2018.

“Ao adquirir outras empresas estamos também trazendo a tecnologia, os produtos e as pessoas dessa empresa para promover e melhorar nossa experiência.”

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O head de comunicação acredita que o recebimento desse aporte contribuirá para despertar a atenção de outros investidores para o setor.

“Muitas vezes falta confiança dos investidores, principalmente os brasileiros. Os rankings que o Descomplica participou, por exemplo, foram liderados por investidores estrangeiros. Mas, sem dúvida alguma, agora eles abrirão os olhos para esse setor no Brasil, que vai aumentar cada vez mais”, comemorou.

Letícia Santos

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