Edtech Kanttum recebe aporte de R$1,6 milhões de investidores

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Débora Thomé
Escrito por Débora Thomé

A edtech Kanttum — startup brasileira que desenvolve soluções tecnológicas para formação continuada de professores —, dá um novo passo em seu processo de crescimento e consolidação de mercado. A empresa acaba de concluir uma rodada de investimento de R$1,6 milhão.

O valor foi investido pela Cedro Capital, gestora de fundos e recursos sediada em Brasília, e de um investidor estratégico. O objetivo é desenvolver e acelerar o negócio.

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Alessandro Machado, sócio da Cedro Capital, justificou o investimento na Kanttum. Na sua visão, a edtech mostrou protagonismo ao abordar um tema de grande relevância para a qualidade do ensino brasileiro: a gestão da capacitação dos professores.

“A Kanttum tem demonstrado um posicionamento único no setor, com propostas pedagógicas e tecnológicas desenvolvidas em conjunto com algumas instituições de referência no Brasil e que também são pioneiras em abordar de forma inovadora este tema”, destacou Machado.

Edtech tem metas bem definidas para crescer em 2019

Para 2019, a meta da Kanttum é dobrar a base atual de clientes. “O objetivo é atendermos aproximadamente 500 escolas, e nos próximos anos formarmos cerca de 25 mil professores por meio de nossa plataforma”, disse CEO e fundador da Kanttum, Pablo Sales.

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Os objetivos já estão bem definidos para o uso do aporte. Nos planos a médio e curto prazo estão a abertura de um escritório em São Paulo, criação de um time pedagógico e ampliação da equipe de tecnologia e desenvolvimento.

Pequena linha do tempo da edtech Kanttum

A startup surgiu em julho de 2014, com uma ferramenta tecnológica que possibilitava ao professor gravar sua aula e compartilhar com seus alunos. O app se chamava Replay4me.

Desde então, empresa desenvolve soluções tecnológicas para a formação continuada de professores.

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Hoje, concentra esforços no aprimoramento da plataforma Teach Growth, utilizada por instituições de ensino para a geração de evidências a partir da observação de sala de aula, mentoria e feedback (desempenho do professor, engajamento de alunos).

O primeiro cliente a usar a ferramente, em 2015, foi o colégio Pentágono de São Paulo. Com mais de 300 professores, a instituição adotou a tecnologia do app Teach Growth.

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No mesmo ano, a edtech foi selecionada pela Fundação Lemann para participar do Start-ed. O programa de mentoria internacional é realizado em parceria com a Endeavor.

Em 2016, a Kanttum ampliou sua operação com a conquista de clientes como Grupo Anima, Eleva, Insper e Cultura Inglesa.

Em 2017, fechou uma parceria com o Centro Lemann, em Stanford, para formação de professores de Matemática.

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Editora-chefe
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