Edtech Qranio ampliou faturamento migrando para corporativo

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Igor Regis
Escrito por Igor Regis

BETT-EDUCAR-SELOIniciou nesta quarta-feira (9) o ciclo de palestras do Bett Startups, espaço destinado promover e dar visibilidade à jovens empresas e empreendedores do segmento de educação. Hoje e nos próximos dois dias a área contará com apresentações de especialistas em empreendedorismo, educação e economia. Ale´m de cases sobre edtechs de sucesso.

Na abertura das palestras o destaque ficou por conta do Qranio, aplicativo de aprendizagem que utiliza gamificação para garantir o engajamento dos usuários. Lançada em 2012, a empresa concentrou seu negócio no mercado B2C.

Neste formato, a startup elaborou um aplicativo de perguntas e respostas. Onde era possível acumular uma moeda virtual (QI$) e trocar por prêmios reais. O modelo garantiu prêmios como melhor aplicativo do ano pelo Facebook, e a participação do programa de aceleração do Google.

Mas o negócio, que já era promissor, viu seu faturamento se multiplicar com a entrada no mercado corporativo.

“Nesta mudança, a ideia foi manter nossa pedra fundamental. A facilidade e capilaridade do mobile, o microlearnig, com o aprendizado em trilhas de conhecimento e gameficação para dar leveza e fluidez. A partir daí criamos novas ferramentas junto com o cliente para incrementar e personalizar a experiência”, explica Ana Luiza Affonso, CCO da Qranio.

Qranio conta com grandes clientes

A adaptação do modelo gamificado para treinamentos empresariais garantiu a Qranio grandes contratos com empresas como Magazine Luiza, Brasil Kirin e Bob’s. Mas o maior contrato da edtech fica por conta do Bradesco, cliente para o qual foi desenvolvido um app exclusivo, o BQuest, utilizado por 125 mil colaboradores do banco.

“Hoje continuamos com o B2C, atualizando e melhorando o aplicativo para os usuários. Mas hoje o corporativo é mais forte dentro das atividades da empresa”, completa a executiva.

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