Formação continuada proporciona vivência em metodologias ativas para professores

Letícia Santos
Escrito por Letícia Santos

Atualmente, discute-se muito o uso de metodologias ativas de ensino em sala de aula. Entretanto, ainda são poucas as opções de cursos de formação continuada que auxiliem os professores a se adaptar a essa nova tendência. Com base nesse cenário, a Celso Lisboa, em parceria com o InovEduc, oferece o curso “Formação vivencial em metodologias ativas”.

Fernanda Bossemeyer, professora da Celso Lisboa, ministrará aulas no curso e explicou como funcionará a estrutura da formação. “O objetivo do curso é, justamente, propiciar a vivência em metodologia ativa.”

. Metodologias ativas de ensino privilegiam o protagonismo dos alunos

No primeiro módulo, os participantes terão a experiência de vivenciar o uso das metodologias ativas sob o ponto de vista do aluno. Em um segundo momento, serão ensinadas formas de aplicar métodos de aprendizagem ativa em sala de aula.

A professora alertou que para participar do curso é preciso ter uma graduação. Além de estar interessado em entender como as transformações estão acontecendo ao redor do mundo e como se refletem em sala de aula.

Sala de aula está alinhada ao que propõe o modelo pedagógico

A formação será ministrada de acordo com um ecossistema de aprendizagem diferenciado, já oferecido pela Celso Lisboa em suas práticas pedagógicas. As aulas serão fundamentadas em três metodologias:

– Aprendizagem colaborativa
– Aprendizagem baseada em problemas
– Aprendizagem baseada em equipes

“Na Celso Lisboa, trabalhamos com uma abordagem própria, a LIGA, que é um ecossistema de aprendizagem colaborativa onde a premissa é um currículo baseado em competências.”

O espaço utilizado para os encontros de formação está estruturado para atender a abordagem proposta. A ideia é que o local onde serão realizados os encontros esteja alinhado ao que propõe o modelo pedagógico utilizado.

“Nós temos mesas que propiciam, justamente, o trabalho em grupo. E, cada mesa tem um computador único, com acesso a internet de alta velocidade. De maneira que os alunos estejam constantemente trabalhando de maneira colaborativa”, explicou Fernanda.

Além disso, cada aula contará com a participação de dois ou três professores. Estes auxiliarão os alunos durante o desenvolvimento dos projetos.

Para a professora, a expectativa em relação ao curso é a mais alta possível, embora seja uma experiência nova. “Nunca pensei em vivenciar como docente essa experiência de estar em sala de aula. Mas com pares, ou seja, docentes ou pessoas que trabalham com a formação de docentes ou atuam na área de educação.”

Letícia Santos

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