Habilidades socioemocionais na mira de universidades e empresas

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Débora Thomé
Escrito por Débora Thomé

O mercado de trabalho tem se tornado cada vez mais competitivo, exigindo dos candidatos muito mais que aptidões técnicas para a conquista de uma vaga. Além de formação e conhecimento, habilidades socioemocionais têm entrado fortemente no rol de requisitos para o ingresso profissional.

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Em 2016, um relatório produzido pelo Fórum Econômico Mundial listava as dez habilidades que todo profissional deve ter até 2020. Aperte o play e confira a lista:

Mais do que conhecimento específico para o bom desenvolvimento no trabalho, as empresas buscam pessoas que saibam gerir pessoas, com habilidades para refletir, ter pensamento crítico e inteligência emocional suficientes para lidar e resolver até os mais complexos problemas. Ou seja, pessoas com competências socioemocionais”, afirmou Morgana Batistella, gerente do programa Líder em Mim (OLEM), da Somos Educação.

Avaliar habilidades socioemocionais é tendência no mundo

O programa Líder em Mim (OLEM) foi criado para desenvolve uma metodologia que estrutura o currículo socioemocional em escolas. Oferece acompanhamento para a aplicabilidade de práticas que garantem esse tipo de formação para alunos e professores.

Atentas aos novos requisitos nas empresas, muitas universidades pelo mundo já consideram as habilidades socioemocionais. Inclusive como requisito na seleção de alunos. No Brasil, já existem instituições que em seus processos seletivos inseriram entrevistas.

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Alunos e faculdades saem ganhando com essa preocupação. A instituição de ensino capacita mais profissionais competentes e preparados para as mudanças do mercado. Já o aluno se vê pronto para enfrentar qualquer situação, seja no âmbito profissional ou pessoal”, ressaltou Morgana Batistella.

. Inserir habilidades socioemocionais nos currículos é o desafio

A gerente do programa Líder em Mim frisou que essa nova realidade pode resultar em profissionais mais conectados com a expectativa do mercado. O que aumenta o potencial de contribuição para as empresas e a sociedade. E, consequentemente, possibilita maior satisfação pessoal.

 

Débora Thomé

Débora Thomé

Editora-chefe
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