40 previsões sobre como o processo de aprendizagem estará em 2035 - Inoveduc

40 previsões sobre como o processo de aprendizagem estará em 2035

WhatsAppFacebookShare
Não sabemos como será a aprendizagem em 2035, mas já é possível prever uma variedade mais ampla de abordagens e opções no setor. Foi isso que fez o especialista americano Tom Vander Arca em artigo publicado recentemente no site Getting Smart, do qual é co-fundador.
De acordo com Vander Ark, autor de livros como “Smart Parents”, “Smart Cities” e “Smart”, estamos vivendo uma revolução na forma como os seres humanos aprendem e se desenvolvem.
“Estamos duas décadas na era de ‘qualquer pessoa pode aprender qualquer coisa’ e está se traduzindo em grandes mudanças na educação formal em todo o mundo. Inacreditável progresso será feito nas próximas duas décadas.”
Apesar de seu otimismo em relação às inovações, Tom disse que ninguém pode prever o futuro — e dá exemplos como poucos previram a correção do mercado de ações de 10% em janeiro; como ninguém predisse a queda de 70% no preço do petróleo (de US$ 94 por barril em junho de 2014 para US$ 27 por barril no início de fevereiro deste ano. “Ninguém viu a Primeira Guerra Mundial, nem a internet, nem o colapso da União Soviética.”
Mas frisou que eventos como esses, classificados como a Teoria Black Swan, estão fora da previsão de qualquer pessoa. “Eles parecem estar acontecendo mais frequentemente devido à colisão de sistemas humanos complexos, tecnologia exponencial e o clima com o qual estamos cada vez mais confusos”, pontuou o especialista.
No entanto, Vander Ark aposta na projeção dessas cinco megatendências uma década ou duas no futuro:
Tech. Estamos vivendo em uma curva exponencial, mas nossos cérebros fazem projeções lineares. Quando se trata de novas tecnologias, quase tudo está mais próximo do que parece.
Smart AI. A inteligência artificial, a nova infra-estrutura para tudo, progredirá rapidamente e na próxima década será melhor em muitas coisas do que nós.
Cidades. As pessoas estão se mudando para as cidades e, de acordo com Ed Glaeser, de Harvard, elas nos tornam mais ricas, mais inteligentes, mais verdes, mais saudáveis e mais felizes. Pensamos que isso exigirá muito mais intermediação.
Carreiras. É um mundo baseado em projetos. Crescem a influência do freelancing e da “gig economy”.
Relacionamentos. Os primeiros 20 anos de aprendizagem digital sugerem que a maioria dos seres humanos aprenderá e crescerá com relacionamentos. Tecnologia pode ajudar, mas nosso cérebro ainda valorizará interações do tipo “face to face”.
Ele também faz previsões, algumas bem otimistas, que dividimos em 40 itens no infográfico a seguir, sobre como se parecerá o processo de ensino-aprendizagem no ano de 2035.
Leia o artigo original e siga o Tom no Twitter em @tvanderark.
Débora Thomé

Débora Thomé

Editora-chefe
debora.thome@folhadirigida.com.br

Ver todas as postagens publicadas por Débora Thomé