'Base curricular comum traz espinha dorsal da Educação' - Inoveduc

‘Base curricular comum traz espinha dorsal da Educação’

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Alice Andrés Ribeiro, secretária-executiva do Movimento Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Foto: Eric Ribeiro

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) , apresentada ao Conselho Nacional de Educação (CNE) no último dia 6 de abril pelo ministro Mendonça Filho cria diretrizes para a educação básica nacional. Entre os principais destaques do texto final estão a mudança na alfabetização, que deve ser até o 2º ano e não mais o 3º, a organização do conteúdo da disciplina de História para obedecer a cronologia dos fatos e a obrigatoriedade do ensino da Língua Inglesa.

“A base traz a espinha dorsal para a educação, ela deixa explícita as diretrizes curriculares para todos os estudantes”, destacou Alice Andrés Ribeiro, secretária-executiva do Movimento Base Nacional Comum Curricular (BNCC), durante a cerimônia de abertura da Bett Educar.

A construção do documento começou em 2015 e passou por diversos processos de consulta, por meio de assembleias com professores e diretores de todo o país. A troca de ministros também foi responsável por atrasar a divulgação do projeto. Foram cinco no período.

“A base chega com 30 anos de atraso, pois já está prevista na Constituição de 1988 e também no Plano Nacional de Educação, de 1996”, lembra Alice.

A Secretaria ainda destacou que existem cinco desafios principais para que o plano finalmente entre em vigor. O primeiro passa pela comunicação a população, para que o plano seja compreendido por pais e alunos. O segundo é transformação efetiva da base em currículo. Os outros três apontados pela especialista são a formação dos professores, o ajuste dos materiais de ensino e as avaliações, tanto nas provas escolares, como nas de larga escala (Prova Brasil e Enem).

Fonte: MEC

 

Igor Regis

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igor.regis@folhadirigida.com.br

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