Coordenador do Colabore defende a cocriação em inovações educacionais

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O mercado educacional acaba de ganhar uma nova plataforma de inovação aberta. A Colabore, uma iniciativa do Centro Universitário Celso Lisboa, foi lançada na última segunda-feira, dia 4, em um evento homônimo que acontecerá anualmente.

No evento, Thiago citou dados do “Mapa das Escolas Inovadoras“, pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), em 2015. Um total de 683 instituições se inscreveram no estudo. Dessas, apenas 178 foram reconhecidas como organizações inovadoras e criativas.

Um dos problemas que justificam esse cenário é fato de gestores educacionais e professores não trabalharem em conjunto nos processos de inovação. “Nós acreditamos em um negócio chamado ecossistema de aprendizagem, onde a instituição como um todo começa a criar uma lógica que vai permear não só a sala de aula, como também as relações de trabalho”, explicou.

. Colabore pretende ocupar lacuna entre educação e indústria criativa

Gestores e professores precisam trabalhar juntos nos processos de inovação

A Colabore pretende integrar diferentes ecossistemas em prol da inovação educacional. São eles: universidades, escolas, empreendedores e economia criativa. Além disso, os desenvolvedores acreditam no potencial da plataforma em facilitar a pesquisa aplicada.

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A equipe de criação da plataforma Colabore (Foto: Divulgação)

“A nossa expectativa é estimular instituições de ensino, universidades e escolas a criar inovações e implementar mais projetos. Além disso, queremos estimular mais startups de educação e profissionais da indústria criativa a se conectarem com o setor educacional.”

O ambiente da plataforma é de cocriação. Os usuários podem elaborar um projeto de inovação ou participar de um projeto já existente. É possível, também, se conectar com pessoas ou empresas do mundo inteiro e compartilhar ideias e experiências.

“Na maioria das instituições educacionais o que as pessoas menos falam é sobre educação e aprendizagem. O que queremos fazer é parar de discutir coisas que não geram valor, e trazer a aprendizagem para o primeiro plano.”

 

Letícia Santos

Letícia Santos

leticia.santos@folhadirigida.com.br

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