Eleva na Feira Bett: aposta em nova plataforma, com ensino adaptativo - Inoveduc

Eleva na Feira Bett: aposta em nova plataforma, com ensino adaptativo

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Carolina Pavanelli, diretora Pedagógica do Sistema de Ensino Eleva, é taxativa ao falar do presente e do futuro do setor. “A tecnologia não é mais inimiga da educação, e nem uma opção. Ela é o caminho”, sentenciou ao site Inoveduc, durante a realização da Feira Bett Educar 2017, em São Paulo. A entrevista completa de Carolina Pavanelli, em vídeo, já está disponível. A especialista apresentou novidades da Eleva para este ano de 2017

“Atualmente, cerca de 85 mil alunos utilizam essa plataforma, que é adaptativa. Antes, tínhamos uma empresa parceria e agora criamos uma plataforma nossa, própria. A aposta é no modelo adaptativo. Se um estudante entra, escolha a disciplina, faz os testes, e a plataforma interpreta seu desempenho, apontando onde está bem, em quais pontos precisa melhorar. São mais de 20 mil questões cadastradas e, depois de cada teste, a próxima tarefa já levará as necessidades desse aluno em conta”, explicou ela, apontando as vantagens desse recurso para os educadores.

“Às vezes, numa turma de 30 estudantes, o professor não consegue perceber em que estágio de desenvolvimento e aprendizado cada um deles está. A plataforma Eleva consegue mensurar isso, e já executar as adequações necessárias para a complementação da formação desse estudante. É a educação customizada ao máximo, em busca da eficiência na aprendizagem”.

Mas será que ainda hoje há resistência de parte dos professores ao convite de embarcar no processo de ensino-aprendizagem mediado pelas tecnologias?

“Não mais, pelo menos no nosso grupo de clientes, que inclui mais de 60 escolas no Brasil, sendo cinco grandes redes de ensino. No nosso programa de implementação desses recursos, todos os passos são dados de forma correta, não vendemos as tecnologias e abandonamos as escolas à própria sorte. Visitamos as unidades, conversamos com os professores, fazemos treinamentos, comprovamos os benefícios, como ganhos de tempo e performance, que são reais”, afirma Carolina Pavanelli, que revela uma nova tendência no mercado.

“Para nossa felicidade, e até como uma espécie de reconhecimento, os professores estão invertendo o jogo, sendo proativos. Além de cada vez menos resistentes, eles nos cobram ainda mais inovações. A cada visita, nos perguntam: ‘E aí, o que vocês estão inventando agora? Quais as novidades?’. E isso é estimulante, além de altamente recompensador”, concluiu.

Paulo Chico

Paulo Chico

paulochico@folhadirigida.com.br

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