Hackathon na Amazônia promove discussão sobre educação 4.0

Atualmente, todos os olhos estão voltados para o que chamamos de quarta revolução industrial. A principal característica da indústria 4.0 é o fato de as fábricas se tornarem cada vez mais automatizadas e inteligentes ao utilizar internet das coisas e sistemas cyber-físicos em seus processos de produção.

Essa mudança gera impactos em diversos setores do mercado, inclusive na educação. Então, por que não usar a tecnologia como uma ferramenta de transformação dos processos de aprendizagem também?

Isso é o que os participantes do Hackathon “Educação 4.0: transformando a experiência de aprendizagem por meio da tecnologia” discutem no evento, que acontece em Manaus.

. Micro:bit, o computador programável de bolso, chega ao Brasil

A iniciativa do Instituto Certi Amazônia em parceria com a Positivo Tecnologia se encerra nesta quarta, 17. Participam do hackathon 15 equipes com três componentes, cada. O objetivo é desenvolver projetos com ênfase no ensino fundamental II que atendam aos seguintes desafios:

  • Promover um ambiente de inovação e colaboração entre a comunidade acadêmica, profissionais de educação e pesquisadores
  • Incentivar a integração da tecnologia e da academia com as reais necessidades e demandas do mercado 4.0
  • Fomentar o ecossistema educacional para desenvolvimento da Educação 4.0
  • Desenvolver cultura de empreendedorismo de oportunidade

Um dos fundadores do Micro:bit estará presente ministrando palestras

Um time de palestrantes especializados no assunto participam do evento convidando o público a refletir sobre questões relacionadas às mudanças que devem ser realizadas na educação atual e como desenvolver atividades em que os alunos possam explorar sua criatividade.

Palestrantes discutem maneiras de transformar o ensino através do uso de tecnologia (Foto: Divulgação)

Entre os palestrantes estará presente Howard Baker, um dos fundadores do Micro:bit. Além de ministrar uma palestra no evento, Howard auxilia na mentoria dos projetos desenvolvidos no hackathon.

“Este evento é o início de uma discussão muito maior. Nosso objetivo é envolver especialistas com professores e alunos para pensar formas de implementar medidas práticas para essas questões”, disse Helinton Luiz Vieira Marques, gerente de operações da Positivo.