LEGO Education cresce 60% no Brasil e reforça ensino em STEM

A distribuidora oficial da LEGO Education no país fechou 2017 com um balanço positivo. E são boas as projeções para o próximo ano.

A MCassab, anunciou um aumento de 60% sua atuação, tanto em escolas públicas quanto em particulares. O que resultou num incremento de 40% no faturamento da empresa.

Levantamento feito pela Divisão de Inteligência Educacional da MCassab dá conta que apenas 2% das 200 mil escolas públicas e privadas de Educação Básica de todo o Brasil trabalham com os materiais da LEGO Education.

Ou seja, o potencial de crescimento é enorme.

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Sérgio Freire, head comercial da LEGO Education na MCassab, os resultados são fruto da expertise na área e do planejamento voltado para as necessidades do mercado brasileiro.

“Para 2018, projetamos uma atuação ainda mais agressiva. Cobriremos um número ainda maior de escolas brasileiras. Principalmente no ensino fundamental e infantil, com o principal lançamento de 2018, o Parque STEAM”, anunciou Freire.

Soluções pensadas para desenvolver alunos via STEAM

Fruto de uma parceria com o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), a LEGO Education trabalha há mais de 30 anos com  especialistas em Educação para oferecer experiências de aprendizagem. Centrada na metodologia STEAM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), torna as aulas mais próximas da realidade. E, dessa maneira, mais impactante aos alunos.

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O aprendizado em STEM possibilita ao aluno desenvolver habilidades diferenciadas.

“Cada vez mais, o mercado de trabalho exigirá dos futuros profissionais a capacidade de se adaptar às mudanças, de pensar e trabalhar em diversas disciplinas”, frisou Freire.

A metodologia de ensino interdisciplinar facilita a compreensão e possibilita o pensamento crítico avançado. Além do desenvolvimento cognitivo, formando “pensadores” que podem trazer uma abordagem holística e analítica para problemas complexos.

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Até 2020, mais de um terço dos principais conjuntos de habilidades necessários para a maioria dos empregos incluirão aqueles que não são considerados cruciais hoje.