Startup Quero Bolsa prepara parceria com universidades estrangeiras

Startup Quero Bolsa prepara parceria com universidades estrangeiras

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Recentemente, a Quero Educação, administradora do Quero Bolsa — marketplace de bolsas de estudos para cursos superiores — cresceu e fez tanto sucesso que chamou atenção da 500 Startup, primeiro fundo do Vale do Silício a investir no Brasil. Os brasileiros receberam um aporte financeiro de US$ 100 mil .

A parceria teve início no fim de 2016, após a participação em um programa de três meses em uma das maiores aceleradoras do mundo, a Y Combinator — mesmo portfólio onde encontram-se empresas multibilionárias como a Dropbox, Stripe e Airbnb.

Foi lá que o fundador da 500 Startup viu a apresentação da Quero Educação.

“Estamos honrados de fazer parte desse portfólio. Foi um investimento considerado pequeno, dado o tamanho da empresa hoje. Foi mais para trazer a expertise internacional da 500 Startup e interagir melhor com outras empresas”, disse Bernardo de Pádua, CEO da Quero Educação.

Assim como as demais tecnologias, as inovações voltadas para a área educacional estão em constante crescimento. Consequentemente, as Edtech, que são as startups de educação, deixam de ser apenas a base para todo esse desenvolvimento e passam a ser vistas como uma tendência do mercado. 

Objetivo é fechar o ano com 100 mil matriculados via ‘Quero Bolsa’

Bernardo Pádua, CEO da Quero Educação

Única empresa brasileira selecionada para o programa Mecate do Laboratório de Emprendimiento y Transformación, a Quero Educação esteve recentemente no México. A experiência possibilitou um maior entendimento sobre a possibilidade de expandir o Quero Bolsa para instituições estrangeiras.

“Vimos que há uma possibilidade de expandir o negócio, principalmente nos países em desenvolvimento, onde a educação privada cresce com mais força. Estamos começando a olhar para esses países como possíveis lugares para crescer a médio prazo, provavelmente nos próximos dois anos.”

Até o fim do ano, a estimativa é de que 100 mil alunos sejam matriculados a partir do Quero Bolsa. Até o momento, a empresa já faturou mais de R$ 50 milhões. Para 2018, a meta é dobrar esses números.

“Não divulgamos exatamente a previsão para os próximos anos, mas pretendemos continuar nesse ritmo. Por isso, também apostamos nessa parceria com a 500. Queremos ser bem grandes mesmo.”

Cinthia Guedes

Cinthia Guedes

cinthia.guedes@folhadirigida.com.br

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