Tecnologia ajuda a aprimorar o raciocínio: conheça a escola Happy Code

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Um dos assuntos mais pautados na comunidade acadêmica atualmente é a elaboração de novos métodos de ensino nas salas de aula. Com o avanço tecnológico, a discussão gira em torno da implementação de novas ferramentas capazes de despertar o interesse dos alunos pelas aulas e os conteúdos que estão sendo transmitidos.
Os antigos métodos utilizados na aprendizagem já não são atraentes e acabam comprometendo a eficácia do ensino. Essa preocupação, entretanto, não é exclusividade dos educadores; muitos pais estão percebendo essa tendência e procurando alternativas para complementar a formação “convencional” de seus filhos.
Dentro desse contexto surge espaço para instituições como a Happy Code se consolidarem no mercado. A escola de programação, que iniciou suas atividades em Campinas no ano de 2015, conta hoje com uma rede de 51 escolas espalhadas por todo o Brasil. Desse total, 19 estão em operação, 27 em fase de implementação e outras cinco já estão contratadas.
Rodrigo Moura, diretor da unidade de Botafogo, no Rio de Janeiro,  explicou o motivo de tamanha aceitação da franquia em tão pouco tempo:  “Os pais estão percebendo uma mudança na maneira como seus filhos  aprendem que é diferente da forma como nós aprendemos. Hoje é muito mais pertinente pegarmos uma criança que utiliza tablets e smartphones  para se divertir e tentar aliar esse interesse que a criança já têm colocando a educação dentro”.

Metodologia de ensino baseada no conceito STEAM

A escola oferece aulas de programação, robótica, desenvolvimento de games e até um curso de youtuber para crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos. O conteúdo programático é adequado pela faixa  estária da turma. “Os desafios dados são adaptados à maturidade das crianças. Não faz sentido, por exemplo, ter um curso de desenvolvimento de games, que é mais complexo, para uma criança de 6, 7 anos que não vai entender nada, e acabará perdendo o interesse por aquilo”, disse Rodrigo.