Qualipix oferece equipamentos alinhados à ciberarquitetura

Letícia Santos
Escrito por Letícia Santos

A indústria 4.0 cada vez mais transcende a barreira tecnológica e gera impactos nos padrões comportamentais dos cidadãos, no mercado de trabalho e nas relações de ensino-aprendizagem. Diante disso, as escolas precisam inovar nas formas como entregam seus conteúdos.

É neste cenário que ganha força a educação 4.0 que pretende integrar tecnologias disruptivas como IoT, inteligência artificial e o blockchain com as atividades em sala de aula. Um dos pilares desse novo modelo é a ciberarquitetura. O conceito chama a atenção para o modo como as salas de aula são estruturadas. A ideia é que esses espaços estejam alinhados às demandas da quarta revolução industrial.

A Qualipix, fabricante de lousas digitais e molduras touchscreen, investe no mercado de lousas educacionais interativas no Brasil. Além disso, a empresa produz conteúdos baseados em metodologias ativas de ensino que tornam as aulas mais dinâmicas e atraentes para os alunos.

“Depois que a internet explodiu, isso se tornou um problema sério para as aulas. Foi necessário trazer novos equipamentos para a sala de aula e aí surgiram as novas tecnologias e a ciberarquitetura. Com esses novos recursos conseguimos tirar a atenção do aluno do celular e fazer com que eles se concentrem mais nos conteúdos”, disse o desenvolvedor da Qualipix, Antônio Sérgio.

Empresa entrega produtos conforme a necessidade de cada instituição

A empresa tem em seu portfólio uma gama de hardwares que são utilizados em diversos tipos de aulas. “Em alguns laboratórios nós utilizamos uma mesa touchscreen, que na verdade é uma TV de 55 polegadas. Nela alunos e professores podem mudar o formato da sala de aula para atender à necessidade daquele momento. E é bem isso que propõe a ciberarquitetura: poder criar em uma mesma sala de aula vários quadros diferentes para cada tipo de assunto.”

Imagem de laboratório de odontologia

Laboratório de odontologia montado pela Qualipix (Foto: Reprodução/Facebook)

As escolas interessadas nos produtos da Qualipix podem escolher aqueles que mais atendem às suas necessidades. “Fazemos um levantamento do espaço e uma análise até da iluminação do local para depois apresentar um projeto para aquele determinado espaço”, explicou Sérgio.

. Ciberarquitetura pode alterar relações de ensino-aprendizagem

O desenvolvedor da Qualipix afirmou que esses ambientes estimulam a realização de atividades prática e a resolução de problemas. Sérgio enfatizou, ainda, que a empresa oferece estruturas desde as mais simples até as mais elaboradas.

“Temos know how para construir salas em vários padrões desde as mais simples até as mais sofisticadas. Estas são estruturadas com impressoras 3D e celulares com realidade aumentada. Além de óculos de realidade virtual e lousas com transmissão em tempo real.”

Antônio Sérgio destacou, ainda, que tanto escolas públicas quanto as privadas precisam se preparar para o futuro da educação. “Há uma necessidade extrema da escola pública se preparar, porque é um absurdo o sucateamento dessas escolas. Se a indústria está mudando temos que preparar os alunos para esse futuro em que muitas profissões serão instintas”, alertou.

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