Startup de Brasília ajuda a marcar aulas de reforço escolar

Juliana Favorito
Escrito por Juliana Favorito

Marcar aulas de reforço escolar por meio de uma plataforma com professores disponíveis e que vão até o aluno. Foi com esse intuito que surgiu a startup Colmeia. A ideia de criar a plataforma apareceu quando os sócios, que já davam aulas particulares, começaram a ter dificuldades de conseguir novos clientes.

Outro ponto que foi levado em consideração foi o fato de o mercado desse setor ser considerado informal. Assim, no fim de 2016, os sócios realizaram um Produto Mínimo Viável (MVP), que com o sucesso foi melhorado e lançado efetivamente em março de 2017, conforme explicou Tiago Pigatto, CEO da startup.

De acordo com Tiago, o principal objetivo da startup é levar a educação individualizada por um preço mais acessível. Além de buscar sempre tratar cada aluno e as suas dificuldades de forma única. Além disso, as características da plataforma são:

  • Comodidade
  •  Segurança
  •  Cancelamento facilitado

Plataforma permite que os alunos agendem as aulas

A Colmeia, que pode ser acessada tanto pelo computador quanto pelo celular, permite que os alunos agendem as aulas de reforço escolar com os professores, que são selecionados pela startup. Na plataforma também é possível verificar o currículo e avaliar cada educador.

Estão disponíveis na plataforma duas modalidades de reforço escolar: aulas para ensino fundamental e médio e de inglês do nível básico ao avançado. Além da possibilidade de agendar o reforço escolar com professores todos os dias da semana, das 8 às 22h.

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Tiago também afirmou que quando a startup começou a ser implementada houve muita dificuldade em relação à aquisição de clientes. Outro ponto considerado difícil pelo CEO foi conseguir gerenciar o horário de todos os professores. O que segundo ele foi contornado conforme a plataforma foi crescendo.

Os serviços têm um custo de R$49,90 por hora aula para o ensino fundamental e médio e de R$69,90 para os encontros de inglês. O CEO da Colmeia, explicou como funciona: “Nosso modelo de negócio é bem simples, cobramos R$49,90 por hora de aula e repassamos R$30 para o professor.”

Parte da equipe da Colmeia (Divulgação)

A startup passou por um processo de aceleração, em 2017, pela Cotidiano, considerada a maior de Brasília, sede da plataforma. Além disso, atualmente a Colmeia tem parceria com o Banco do Brasil, que disponibiliza 20% de desconto para seus funcionários.

Em um ano de startup, mais de 400 alunos usaram a plataforma. De acordo com Tiago, o retorno que eles têm dos usuários é por meio de uma avaliação, cuja média é de 4,9 pelas aulas ministradas.

Juliana Favorito

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