TREE Lab, da FDC, pretende formar executivos do futuro em Minas Gerais

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Débora Thomé
Escrito por Débora Thomé

Foi inaugurado na sede da Fundação Dom Cabral (FDC), em Minas Gerais, o TREE Lab. O ambiente de criação, inovação e experimentação é pioneiro no Brasil. Projetado em parceria com IBM e MRV, adota uma jornada de experiência educacional que dará acesso aos executivos e líderes empresariais a soluções tecnológicas inovadoras.

A Dom Cabral é uma escola de negócios há 41 anos com a missão de contribuir para o desenvolvimento de executivos, empresários e gestores públicos. Localizado no Campus Aloysio Faria da FDC, o TREE Lab objetiva proporcionar atividades de experimentação. A ideia é transformar os futuros empresários e líderes do país em agentes mais ativos, imaginativos e produtivos.

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O TREE Lab funciona no Campus Aloysio Faria da FDC, que fica em Nova Lima/MG (Foto: Divulgação)

A iniciativa surgiu das pesquisas da escola sobre o futuro da educação e os desafios do mundo corporativo. A resposta foi que, para lidar com o ambiente volátil e desafiador contemporâneo e construir as competências das lideranças do futuro, as soluções educacionais têm de ser múltiplas, colaborativas e interconectadas. Além disso, precisam desenvolver inteligências que cultivem a curiosidade e inovação.

“A FDC acredita que a educação é a única saída sustentável para termos cidadãos mais conscientes, líderes e organizações mais responsáveis e um ambiente de negócios mais próspero. O nosso laboratório vai possibilitar uma jornada de aprendizagem para favorecer a construção das habilidades e competências que poderão transformar o mundo”, explicou Marta Pimentel, professora da FDC e coordenadora técnica do TREE Lab.

TREE Lab tem parceria com IBM e MRV

A FDC foi buscar parcerias importantes no ramo de tecnologia de educação. Tudo para construir de um ambiente que integre os planos de inovação da instituição a uma conexão entre a alta tecnologia e o processo de aprendizagem ‘artesanal’, interligando o analógico e o digital.

Entre as tecnologias disponíveis no TREE Lab, está o Watson, plataforma de computação cognitiva da IBM para negócios. Os participantes poderão tirar dúvidas e ter informações sobre as atividades e temas de seus cursos. O assistente virtual usará interação por voz com a linguagem natural humana.

O Watson será treinado continuamente e trará constantes atualizações tecnológicas dos temas abordados pelos participantes nas aulas. “A IBM entende que o líder do futuro deve ser um agente de transformação e a tecnologia é o meio que propicia essa inovação. Nessa parceria, apresentaremos as mais avançadas metodologias e tecnologias para preparar esses futuros líderes”, disse Luís Liguori, CTO da IBM Brasil.

Além de interagirem com o assistente virtual, haverá acesso à plataforma de serviços na nuvem da IBM. Assim como IBM Client Centers e IBM ThinkLabs (centros de soluções por indústrias) localizados em diversos países. Poderão ver e experimentar soluções, assim como construir seus próprios protótipos.

“Apoiar iniciativas como o TREE Lab vem ao encontro da causa abraçada pela MRV de estimular o ecossistema inovador que existe em Minas Gerais. Queremos impulsionar um novo ambiente de negócios, com soluções mais disruptivas e que beneficiem a todos”, afirmou Rafael Menin, CEO da empresa.

IA, IoT e blockchain serão tecnologias comuns no TREE Lab

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A companhia possibilitará, ainda, que estudantes e empresas que passarem pelo TREE Lab se conectem ao mundo das startups por meio de um aplicativo.  A MRV também é apoiadora do Órbi, espaço colaborativo de fomento ao empreendedorismo que será lançado na capital mineira.

Em um segundo momento do projeto, o espaço permitirá a experiência com tecnologias de IoT (Internet of Things). O laboratório identificará os participantes e suas jornadas, gerando interações e insights por meio do assistente virtual. Isso será possível com a integração da plataforma IBM Watson IoT com os sistemas de identificação física. Tudo elaborado pelo parceiro comercial da IBM, a Synergy.

O novo laboratório será o primeiro passo para ambientes totalmente conectados. As experiências dos participantes poderão ser vividas por todo o campus da FDC.

Também será lançado o conceito de gamificação aos participantes. Os alunos receberão pontos por suas participações e interações em atividades no espaço. Essa experiência será baseada na plataforma de blockchain da IBM para seu gerenciamento.

Débora Thomé

Débora Thomé

Editora-chefe
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