Unicamp e Berkeley Skydeck levam startups para o Vale do Silício

Débora Thomé
Escrito por Débora Thomé

Que tal uma chance de levar sua startup automaticamente para a primeira fase de entrevistas da Aceleradora do Vale do Silício? Uma parceria entre a Agência de Inovação Inova Unicamp e a Berkeley Skydeck levará duas empresas brasileiras de soluções tecnológicas para o paraíso das startups.

“A UC Berkeley e a Unicamp têm muitas características em comum. Além de serem universidades com pesquisa de classe mundial, também induzem um ambiente de inovação e empreendedorismo em seu entorno. Por isso, essa parceria nos pareceu muito benéfica”, disse o professor Newton Frateschi, diretor-executivo da Inova Unicamp.

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Apesar de ser aberta a qualquer startup brasileira, o objetivo da parceria é auxiliar na internacionalização das empresas-filhas da Unicamp. Para participar do processo, é necessário efetuar participação no processo seletivo regular de Berkeley Skydeck. A aceleradora da Universidade de Berkeley fica na Califórnia (EUA).

Todas as informações devem ser replicadas no formulário do site da Inova Unicamp. A indicação da Unicamp será realizada até o dia 20 de setembro. Sendo assim, as empresas têm prazo até 14 de setembro para acessar o site da Inova.

Cada startup acelerada no Vale do Silício receberá US$ 100 mil

O processo seletivo para a escolha das startups via Unicamp conta com a parceria da Baita Aceleradora e do Movimento 100 Open Startups na seleção de propostas.

O benefício de participar via Unicamp é facilitar a identificação de empresas com grande potencial no processo de Berkeley. O apoio proposto pela parceria é uma espécie de fast track para as startups selecionadas.

Segundo dados da iniciativa, apenas 3,5% das empresas que submetem projetos para a Aceleradora do Vale do Silício são aprovadas para a primeira etapa de entrevistas.

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Após essa etapa, 50% das startups aprovadas para a segunda fase de entrevista conseguem chegar ao final do programa de aceleração. O objetivo são seis meses de atividades no Vale do Silício. E um investimento de US$ 100 mil para cada startup.

Débora Thomé

Débora Thomé

Editora-chefe
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