Zoom lança ecossistema de aprendizagem criativa na Bett Educar

Letícia Santos
Escrito por Letícia Santos

BETT-EDUCAR-SELODiversos expositores apresentarão soluções educacionais inovadoras na Bett Educar, que acontecerá entre os dias 8 e 11 de maio em São Paulo. Entre eles, a Zoom Education for Life. A empresa, consolidada na área de robótica e educação tecnológica, aproveitará a feira para apresentar ao público suas novas plataformas de soluções de aprendizagem.

Serão apresentados dois novos programas extracurriculares: Genius, para crianças de 7 a 10 anos e o Roboter, para estudantes acima de 10 anos. A ideia é desafiar os alunos a resolverem problemas do cotidiano por meio da montagem e programação de robôs. A proposta é que as atividades sejam práticas e integrem conceitos de robótica com a cultura maker.

“Os nossos programas incentivam que os alunos tenham mais autonomia construir e criar coisas novas”, explicou Marcos Wesley, fundador da Zoom.

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Outra novidade será o lançamento de um ecossistema de aprendizagem ativa cujo objetivo é colocar aluno como protagonista do seu processo de aprendizagem. Para isso serão oferecidas diversas oficinas, como a oficina de “Conquista do espaço”, realizada em parceria com a Fundação Astronauta Marcos Ponte. O objetivo é ensinar os alunos a construírem foguetes utilizando garrafas pet.

Zoom oferecerá oficinas que estimulam o protagonismo dos estudantes

Haverá também o “Torneio de Futebol de Robôs” que será patrocinado pelo Instituto Projeto Neymar Jr. O programa é voltado para crianças que não tem facilidade com o esporte, mas gostam de eletrônica, robótica e programação.

Zoom oferecerá oficinas que incentivam o protagonismo dos alunos (Foto: Divulgação)

As oficinas são voltadas para todas as faixas etárias e terão duração entre quatro e oito horas. As aulas relacionarão conceitos de tecnologia, engenharia, empreendedorismo, ciências, matemática e robótica.

“Essas oficinas ajudarão a criar um protagonismo do fazer e um ambiente fértil para a realização de diversas atividades. Isso ajuda a desenvolver nos alunos competências como: trabalho em equipe, resolução de problemas, criatividade, perseverança e resiliência.”

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Segundo Wesley, a baixa carga horária oferecida pelas escolas e o sistema de avaliação conteudista são fatores que limitam as oportunidades para os estudantes viverem novas experiências e trabalharem a resolução de problemas.

“Nossa bandeira sempre foi as habilidades e competências para a vida. Nesse contexto, entendemos que empreendedorismo não é só para investir em uma startup ou empresa; está relacionado a controle, direção e projeto de vida”, enfatizou.

Letícia Santos

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